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You'll feel better tomorrow.
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“Sou sempre confusão e não carrego os melhores pensamentos do mundo. Não há alívio, não há libertação. Insistente essa mania de dizer que tudo está bem. Sempre preciso de um pouco mais de atenção, abraços inesperados. Detesto ter que pedir por qualquer coisa desse tipo. É como se houvesse uma colisão de sentimentos confusos dentro de mim. Sentimentos esses que, uma hora ou outra, vão acabar destruindo todo e qualquer sinal de alegria. Eu me perdi entre essa tempestade negativa que aqui se passa. Metade de mim quer encontrar o virtuoso caminho da felicidade, não esquecer os problemas – levá-los como aprendizado, engolir a seco o choro e ter a própria felicidade como prioridade. A outra metade, pobre e machucada metade. Cheia de amargura e insegurança. Quem tanto chora, um dia seca. Metade insana, desaprendeu a viver de uma maneira inexplicável, desaprendeu a viver e não deixa seu outro lado seguir adiante. Ambas estão em confronto, confronto que aterroriza e bagunça ainda mais. Isso é auto-destruição ou qualquer outra coisa desse tipo. E há tantos gritos, pedidos de socorros – ninguém os escuta ou simplesmente não se importam o suficiente.”
— f-atigada (via f-atigada)

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Deve ter sido o acúmulo de mágoas, falta de abraços e palavras confortantes. E sabe de uma coisa? Eu me acostumei a tudo isso. E por sobrevivência, eu me adaptei ao errado. Eu me intensifiquei a imperfeição, e sabe o que descobri? Estou longe de ser uma pessoa fácil de conviver, fácil de se gostar. Eu sou complicada ao extremo e odeio meio termo. Eu sou toda errada e não tenho a mínima vontade de fazer algo para mudar isso. Perfeição me dá nos nervos. Eu gosto do estranho; daquilo que dá vontade de desvendar. Tenho uma esquisitice dentro de mim, e sabe? Gosto de ser diferente. Sou diversa e tenho a mania de tornar o simples, meio que complicado. Sou cheia de crises – Mas que atire a primeira pedra quem não tem os ‘seus momentos’. Haja paciência para aguentar esse desastre ambulante. E quer saber? Mesmo cheia de falhas, cheia de defeitos – eu me orgulho de não ser perfeita.

Deve ter sido o acúmulo de mágoas, falta de abraços e palavras confortantes. E sabe de uma coisa? Eu me acostumei a tudo isso. E por sobrevivência, eu me adaptei ao errado. Eu me intensifiquei a imperfeição, e sabe o que descobri? Estou longe de ser uma pessoa fácil de conviver, fácil de se gostar. Eu sou complicada ao extremo e odeio meio termo. Eu sou toda errada e não tenho a mínima vontade de fazer algo para mudar isso. Perfeição me dá nos nervos. Eu gosto do estranho; daquilo que dá vontade de desvendar. Tenho uma esquisitice dentro de mim, e sabe? Gosto de ser diferente. Sou diversa e tenho a mania de tornar o simples, meio que complicado. Sou cheia de crises – Mas que atire a primeira pedra quem não tem os ‘seus momentos’. Haja paciência para aguentar esse desastre ambulante. E quer saber? Mesmo cheia de falhas, cheia de defeitos – eu me orgulho de não ser perfeita.


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E eu senti o vazio tomando conta de mim, deixando todo aquele lado bom que a habitava, meio apagado. De fato, nada estava mais como antes. Sentia todas as suas forças chegando ao fim. A esperança esgotava-se.  A vontade de viver desaparecia – e eu pude sentir que afastava a felicidade de mim,  que a via desaparecer enquanto permanecia-se quieta, sem movimento algum para resgatá-la, o desânimo criara uma barreira ao redor de si e logo qualquer sinal de alegria perdia-se na escuridão. Sabe quando você chega ao ponto de não suportar mais a si mesma? De sentir um ódio profundo de tudo em si –  sobretudo, um imenso ódio de nunca ser boa o suficiente? Já chegou ao ponto de apertar bem forte os olhos e desejar que tudo fosse embora quando voltasse a abri-los?  Estava um caos, tudo dentro de si era confusão. Encontrava-se em uma situação deplorável e humilhante. E sabe aquele lado sorridente e alegre que apresentava ao longo do dia? Ele sumia quando encontrava-se sozinha, desaparecia  por completo, ao menos, não precisava forçar uma falsa satisfação.  […] E sentia-se como se correntes a arrastassem para baixo, e todo aquele turbilhão de sentimentos sem nexo e aquele dilúvio enchessem sua mente de pesos desnecessários – que mais do que nunca, esperava liberta-se deles. Bem no fundo sabia que não é era de se esperar que alguém fosse capaz de entender essa bagunça,de fato,já não esperava mais por alguém que se enchesse de coragem e entrasse em seu mundo perplexo de confusão, insegurança, negatividade;por alguém que a salvasse de si mesma. Apesar de sua pouca fé, não negava que sentia falta de um colo, palavras confortantes e, sobretudo alguém que não se fosse ao longo do tempo. 

E eu senti o vazio tomando conta de mim, deixando todo aquele lado bom que a habitava, meio apagado. De fato, nada estava mais como antes. Sentia todas as suas forças chegando ao fim. A esperança esgotava-se.  A vontade de viver desaparecia – e eu pude sentir que afastava a felicidade de mim,  que a via desaparecer enquanto permanecia-se quieta, sem movimento algum para resgatá-la, o desânimo criara uma barreira ao redor de si e logo qualquer sinal de alegria perdia-se na escuridão. Sabe quando você chega ao ponto de não suportar mais a si mesma? De sentir um ódio profundo de tudo em si –  sobretudo, um imenso ódio de nunca ser boa o suficiente? Já chegou ao ponto de apertar bem forte os olhos e desejar que tudo fosse embora quando voltasse a abri-los?  Estava um caos, tudo dentro de si era confusão. Encontrava-se em uma situação deplorável e humilhante. E sabe aquele lado sorridente e alegre que apresentava ao longo do dia? Ele sumia quando encontrava-se sozinha, desaparecia  por completo, ao menos, não precisava forçar uma falsa satisfação.  […] E sentia-se como se correntes a arrastassem para baixo, e todo aquele turbilhão de sentimentos sem nexo e aquele dilúvio enchessem sua mente de pesos desnecessários – que mais do que nunca, esperava liberta-se deles. Bem no fundo sabia que não é era de se esperar que alguém fosse capaz de entender essa bagunça,de fato,já não esperava mais por alguém que se enchesse de coragem e entrasse em seu mundo perplexo de confusão, insegurança, negatividade;por alguém que a salvasse de si mesma. Apesar de sua pouca fé, não negava que sentia falta de um colo, palavras confortantes e, sobretudo alguém que não se fosse ao longo do tempo. 


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Não confie tanto assim no tempo. Afinal, às vezes ele se torna o problema ao invés da solução. (opt)

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